30 de nov de 2008

Projetos e investimentos em Socorro

Confirmando sua posição no setor, o município receberá até o final de 2008 mais de R$ 1 milhão do Ministério do Turismo para investimento em projetos como o Socorro Acessível, o programa Aventura Segura e as obras de adaptação em passeios e edifícios públicos.

O projeto Aventureiros Especiais foi adotado numa parceria entre a Organização Não-Governamental (ONG) Aventura Especial e o Ministério do Turismo, com três parques da cidade: Parque dos Sonhos, Campo dos Sonhos e o Parque Ecológico Cachoeira do Monjolinho.

Foram identificadas as adaptações necessárias para tornar possível o turismo de natureza para pessoas com qualquer tipo de deficiência, seja física, mental, sensorial ou múltipla.

Estudos indicaram que mudanças em alguns equipamentos, como a adaptação de uma cadeirinha no bote para o rafting, o desenvolvimento de uma cadeira de uma única roda para passear por trilhas e cadeirinhas em outro formato a serem usadas no rapel e na tirolesa, auxiliariam os deficientes para a prática de esportes radicais.

A cidade também desenvolveu o Projeto Socorro Acessível, por meio de um convênio entre a Associação para a Valorização e Promoção de Excepcionais (Avape), a Prefeitura Municipal e o Ministério do Turismo. Entre as ações, foram instalados sinais sonoros nos semáforos, e adaptadas rampas de acesso em locais públicos.

25 de nov de 2008

Instituto Pró-Cidadania de Desenvolvimento e Capacitação para Pessoas Especiais - IPC

O Instituto Pró-Cidadania de Desenvolvimento e Capacitação para Pessoas Especiais – IPC – é uma organização não-governamental, sem fins lucrativos. Seu objetivo maior é qualificar pessoas portadoras de deficiência (seja essa deficiência física, visual, auditiva, mental ou múltipla) e promover sua integração ao mercado de trabalho.

Seguindo o princípio da igualdade entre seres, o IPC trabalha para orientar e auxiliar os portadores de deficiência em sua inclusão profissional, lutando para reduzir preconceitos e disseminar a idéia de que a limitação humana é algo normal e comum a todas as pessoas, mesmo as que não apresentem deficiências aparentes.

O IPC conta com uma equipe de profissionais conceituados, que avaliam, orientam e encaminham os inscritos em seus programas, buscando o melhor aproveitamento de suas capacidades, visando torná-los mais competitivos no mercado de trabalho.

Para realizar sua obra, o IPC conta com recursos da iniciativa privada, provenientes de seus Associados, Parceiros e Apoiadores.

Trabalhamos para despertar nas empresas e instituições um comportamento ético e socialmente responsável, ajudando a tornar a participação social cada vez mais um fator de sucesso empresarial, possibilitando a construção de um mundo próspero e mais justo.

24 de nov de 2008

A falta de acessibilidade nas favelas

A questão da acessibilidade deve ser levada em consideração na cidade como um todo. Ninguém pára pra pensar que nas favelas também existem pessoas com deficiência física e que estas merecem o total respeito e consideração. O vídeo mostra apenas uma parte da gravidade deste fato.

Que sirva de alerta pra todos!

13 de nov de 2008

Dica de outro Blog de acessibilidade

Onde os cadeirantes e andantes se encontram.
Acessibilidade, crônicas, dicas e idéias tratadas de forma leve e bem humorada.
Vale a pena ver!!

http://oglobo.globo.com/blogs/maonaroda/

2 de nov de 2008

Paraolimpíadas - Melhor classificação da história!!

O Brasil já havia batido o recorde em número de medalhas e ouros em uma única edição dos Jogos Paraolímpicos. Porém, o bicampeonato conquistado pela equipe do futebol de 5 na final contra a China por 2 a 1 fez com que o país ultrapassasse a Espanha no quadro geral e terminasse a competição em Pequim na nona colocação.



Na China, a natação e o atletismo foram os carros-chefes da delegação verde-amarela, com 19 e 15 medalhas conquistadas, respectivamente. Nas piscinas, Daniel Dias levou sete individuais e mais duas com o revezamento, sendo o atleta que mais angariou medalhas nos Jogos de Pequim. André Brasil faturou cinco, quatro delas, de ouro. O esporte ainda viveu o drama de Clodoaldo Silva, que às vésperas da estréia, foi obrigado a realizar uma reclassificação funcional, e mudou de classe, da S4 para a S5.

Já o atletismo terminou com uma medalha a menos do que na competição ocorrida na capital grega, 15 contra 16. A prata ganha por Tito Sena ainda na noite desta terça-feira (horário brasileiro) na maratona classe T46 - para atletas amputados ou les autres (com má formação congênita), fez com que o país se aproximasse ainda mais do número de conquistas de Atenas-2004. Em Pequim, o grande nome foi Lucas Prado, que subiu ao lugar mais alto do pódio no Ninho de Pássaro nada mais do que três vezes, acabando com 100% de aproveitamento nas provas individuais.

O Brasil superou potências paraolímpicas como Espanha, Alemanha, França e Japão, deixando para trás os países que haviam ficado à sua frente em Atenas.